Participação Política das Mulheres

Procurador-regional eleitoral de São Paulo, Dr. André de Carvalho Ramos

 

Parabenizo o procurador-regional eleitoral de São Paulo, que se mostra atento não só ao número de mulheres candidatas, mas ao inteiro cumprimento da legislação.

Não basta que os partidos, premidos pelos tribunais eleitorais, apresentem candidaturas femininas para cumprir “tabela”, é necessário observar a lei 12034/2009 em sua totalidade, como o tempo de exposição na mídia e aplicação dos recursos do fundo partidário para formação política das mulheres. Aí sim teremos candidaturas competitivas, que atenderão aos objetivos e espírito da legislação: o equilíbrio de gênero na vida legislativa e política da sociedade.

Apoio o procurador-regional eleitoral de São Paulo, Dr. André de Carvalho Ramos, quando alerta os partidos que haverá fiscalização e auditoria na prestação de contas, para verificar se o partido realmente possibilitou as campanhas femininas ou se foram meros instrumentos dos partidos para cumprir as cotas e trabalhar pela eleição dos “escolhidos” das agremiações partidárias.

 

“Riqueza é dispor de tempo e liberdade”, Eliane Belfort

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Prêmio Mulheres de Negócios


O Sebrae, por meio do Prêmio Mulheres de Negócios 2012, vai premiar histórias de empreendedoras de sucesso.

Se você é mulher, dona do seu próprio negócio, integrante ou presidente de associações e cooperativas, além de empreendedora individual, e fez do seu sonho um negócio de sucesso, inscreva sua história no site e concorra.

São iniciativas como essa que valorizam o papel da mulher no mercado de trabalho!

Vamos passar adiante?

www.mulherdenegocios.sebrae.com.br

 

“Riqueza é dispor de tempo e liberdade”, Eliane Belfort

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Licença para homens


A matéria abaixo ilustra a necessidade urgente de trabalharmos pela licença parental, que dá aos homens o privilégio de estabelecer, no berço, relações afetivas, como fazemos nós mulheres.

Tempo do pai
Professor de enfermagem de Campinas é o primeiro pai biológico no país a conseguir, na Justiça, o direito à licença-paternidade; solteiro, ele ficará quatro meses exclusivamente dedicado ao bebê, sem deixar de receber o seu salário.

Marília Rocha, de Campinas, Folha de S.Paulo, 20/08/2012 – Caderno Cotidiano

Conheci a mãe do meu filho por meio de um amigo. Não chegamos a ter um relacionamento sério, saímos algumas vezes durante um ano. Em fevereiro, grávida de quatro meses, ela me disse que não nasceu para ser mãe. A partir daí, não tive dúvida de qual seria o meu papel.

Como ela também morava sozinha em Campinas e não queria contar para ninguém que estava grávida, combinamos com meus pais e ela ficou com eles em Presidente Venceslau (SP). Eu não falei que já tínhamos decidido que eu iria cuidar sozinho do meu filho porque não queria que rejeitassem ela em casa.

Passei quatro dias com eles e depois voltei para Campinas, porque precisava trabalhar. Só retornei quando o Nicholas ia nascer. Eu já tinha montado todo o enxoval e arrumado a bolsa para levar à maternidade.

Quando o bebê nasceu, fiquei muito emocionado. Ter um filho era um sonho que eu tinha desde os 23 anos, e que eu achava que não se realizaria mais. Vi ele e pensei: “Agora é de verdade”. Pedi uma toalha para dar o primeiro banho nele e me perguntaram: “Mas você consegue?”.

A mãe dele não queria amamentar e eu pedi para que esquentassem o leite que comprei, mas recusaram. No segundo dia, deixaram dar a mamadeira porque insisti muito. Fiz isso escondido outras vezes, para ninguém reclamar.

Passamos uma semana na casa dos meus pais. Eu sempre tive o sono pesado e fiquei com medo de que o Nicholas chorasse à noite e eu não acordasse. Pedi para minha mãe me acordar caso eu não levantasse. Mas bastou o primeiro movimento dele e eu despertei. Nesse momento, pensei: estou apto.

Antes de ir embora, expliquei a situação à minha mãe. A princípio, ela estranhou. Sei que ela esperava uma família mais tradicional, mas pedi que respeitasse nossa decisão.

Quando voltamos para Campinas, assinamos a guarda amigável e eu abri mão da pensão. O conciliador achou a situação inédita. Após sair do fórum, deixei a mãe do meu filho em casa. Ela disse “espero que vocês sejam muito felizes” e desde então somos só eu e o Nicholas.

DIAS DIFÍCEIS
Os primeiros dias foram difíceis. Eu acordava três ou quatro vezes à noite para dar mamadeira e de manhã tinha que ir trabalhar com ele. Os berçários não o aceitavam por ele ainda não ter tomado todas as vacinas. Sempre acompanhado dele, pedi a licença [paternidade] no INSS e não permitiram por não ser algo previsto em lei. Passei também pela Defensoria do Estado de São Paulo e indeferiram meu pedido. Em seguida, fui até a Defensoria Pública da União e explicaram que minha situação era atípica. Mesmo assim, queria tentar. Entre as primeiras conversas com a defensora pública e a decisão da Justiça se passaram apenas dez dias. Achei que o Nicholas ia fazer 15 anos e eu ainda não teria uma resposta. Fiquei impressionado quando soube que o juiz tinha aprovado. Me sinto realizado por saber que consegui algo tão importante. Meu filho é minha motivação e espero que nosso caso também seja motivador para outros pais.

 

“Riqueza é dispor de tempo e liberdade”, Eliane Belfort

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É preciso estar atenta e forte

 

Em 2010, a Lei 12.034/2009, que visa aumentar a participação das mulheres no cenário político, foi solenemente ignorada. As mulheres foram à luta em audiências públicas dos TRE’s e as “desculpas prontas” dos partidos foram desmontadas.

Agora é preciso trabalhar para que se cumpra a lei no tocante ao tempo de propaganda partidária, que deve ser de 10% para as mulheres dos partidos, e no recurso do Fundo Partidário, que prevê 5% de investimento na formação política das candidatas.

Fique por dentro – Cota feminina nas eleições pode ser alcançada pela primeira vez

(Fonte: Agência O Globo 08/08/12)

 

“Riqueza é dispor de tempo e liberdade”, Eliane Belfort

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A Desigualdade é Insustentável

 

“A Humanidade precisa criar condições dignas de trabalho a todos; combater os trabalhos escravo, forçado e infantil; assegurar salários iguais para funções iguais e garantir o justo acesso das mulheres ao mercado de trabalho, à educação e ao sistema político; valorizar a riqueza cultural dos povos; assegurar ampla liberdade religiosa, política e de opinião; garantir direitos aos portadores de necessidades especiais; respeitar e garantir direitos à minorias também quanto à sua orientação sexual; combater e criminalizar a discriminação racial”

Trecho retirado do documento “A Desigualdade é Insustentável”, entregue à Presidenta da República durante a Rio+20 (18/06/2012)

Leia Mais – http://migre.me/b4Wk7

 

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Humanidade 2012 – Rio+20

Apresentação do Fórum Equidade de Gênero, dia 15/06/2012

 

O Humanidade 2012 foi considerado um dos maiores sucessos da Rio+20 por conseguir reunir, em seus 12 dias, no Forte de Copacabana, um público superior a 210 mil pessoas.

Se você não pôde comparecer, há ainda uma ótima oportunidade de assistir a todo o conteúdo do evento. No link abaixo, estão elencados os pronunciamentos do Presidente da FIESP, Paulo Skaf, da Ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, da então senadora Marta Suplicy, entre outros.

Confira ainda, na página, um dos grandes temas que teve destaque na Cúpula Internacional: o Fórum “Equidade de Gênero – Pressuposto para o desenvolvimento sustentável e a erradicação da pobreza.”

Acesse http://www.elianebelfort.com.br/humanidade/

Imagens do Fórum – http://www.elianebelfort.com.br/humanidade/images/SlideShow.gif

 

“Riqueza é dispor de tempo e liberdade”, Eliane Belfort

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