Política da Hora Nº 1

Política da Hora Nº 1
Programa transmitido dia 13/10/2015
Bom dia, ouvintes!
Agradeço ao amigo Carlos Avlys pela oportunidade de falar com os ouvintes da Cacique às segundas-feiras, neste horário.
A proposta da Política da Hora é compartilharmos um olhar pragmático, mais otimista, pois daqui para a frente, o calendário político fica no centro da vida cotidiana, e as paixões partidárias inundam a imprensa e as mídias sociais de críticas negativas, agressividade, e falta de bom senso.
Vamos usar este espaço para conversarmos sobre política sim, mas a boa política, as que fazem a diferença, e transformam a vida do cidadão para melhor, poderemos criticar mas sem fulanizar e atacar pessoas, vamos construir e não destruir, porque a construção exige o pensar, o refletir, e eu os convido para entrar nesta onda positiva.
E para iniciar hoje vamos analisar a importância dos municípios na vida das pessoas, a importância dos pequenos negócios no desenvolvimento da economia local, na oferta da maioria dos empregos, e dos primeiros empregos.
Hoje temos à nossa disposição uma quantidade de dados, informações, conteúdos dos mais diversos, iniciativas, projetos, inovações, oportunidades de negócios, políticas públicas implementadas e exitosas, soluções nas mais diferentes áreas de conhecimento, entre outras oportunidades, estão ao nosso dispor, nas redes sociais e na mídia, tudo relacionado às cidades do mundo todo.
E certamente existe neste momento alguma oportunidade que pode se abrir para você, para seu desenvolvimento pessoal, para melhorar a vida de sua comunidade ou bairro, um novo produto ou serviço para fortalecer a sua empresa, implementar uma política pública nova, ou fazer andar alguma que está meio parada, oportunidades para mudar para melhor!
A hora é esta, vamos aproveitar em momentos de crise, uns choram, outros vendem lenços.
Com a alta do dólar e o medo dos momentos ruins, nossa região está recebendo mais turistas, visitantes e proprietários de imóveis que antes preferiam passar seus fins de semana na Flórida, fazer compras em Nova York, e agora diminuem e readequam seus orçamentos com medo da crise.
Ganhamos com a crise, pois as nossas praias têm bons atrativos.
Para superarmos a crise é preciso mudar nossas atitudes, sair da passividade e da reclamação.
É preciso agir, e compreender que nada irá mudar, se nada fizermos.
Cada um de nós pode fazer algo em torno de sua área de influência para melhorar algo em sua cidade, na sua empresa, no seu trabalho, na sua casa, com seus amigos.
Eu os convido
Vamos tirar o S da CRISE: CRIE!

Para ouvir o áudio, clique em http://www.mulheresprogressistas.org/AudioVideo/PoliticadaHora01.mp3

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Política da Hora

Eliane Belfort, fundadora do movimento Mulheres Progressistas, iniciando uma nova atividade :

Comentarista Política do programa Hora da Notícia de Carlos Avlys, na Rádio Cacique Santos – AM – 1500 kHz.

Seus comentários Política da Hora, de aproximadamente 10 minutos, versarão sobre o cenário político nacional, e veiculados às segundas-feiras, a partir das 12 horas.

Devido ao feriado em homenagem à padroeira do Brasil, Nossa Senhora Aparecida, o primeiro comentário foi transmitido excepcionalmente nesta terça-feira, 13 de Outubro de 2015.

A rádio Cacique também pode ser ouvida pela internet.

SINTONIZEM: http://www.radiocacique1510.com.br/

A cada semana estaremos publicando posts com os textos e os arquivos de áudio.

Espero que vocês gostem!
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Voltando à ativa

Voltando à ativa por aqui

Outros projetos, novos momentos…

Veja também o site www.mulheresprogressistas.org

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Salários iguais para cargos iguais

Salários iguais entre homens e mulheres: mais que justiça, é elevação do padrão de vida da família brasileira

O número de postos de trabalho formais ocupados por mulheres aumentou nesses últimos anos, 75% contra 59% dos postos de trabalho masculinos no período de 2002 a 2012. Mas o rendimento do trabalho formal da mulher brasileira em 2012 ainda é 17,2% menor se comparado ao rendimento do homem. Esta proporção cresce ainda mais entre os profissionais com nível supeior, chegando a 53,8%.

Veja pesquisa do Instituto Data Popular – http://migre.me/cnK99

 

“Riqueza é dispor de tempo e liberdade”, Eliane Befort

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Vergonha Alheia


 

Dia 05 de dezembro aconteceu, em Brasília, o 7º Encontro Nacional da Indústria (ENAI) e durante a abertura, a presidenta Dilma falou da importância estratégica da indústria para o desenvolvimento sustentado do país e da parceria entre seu governo e o setor industrial, que visa impedir que o país se transforme numa plataforma de exportação e importação. A presidenta numerou ainda as medidas que vem tomando para desonerar e estimular o crescimento da produção industrial, como a desoneração da folha de pagamento, a redução de IPI setorial, o esforço para a queda de juros e diminuição das tarifas elétricas, além das linhas de financiamento de caráter especial para o incremento da produção nos bancos públicos.

A fala da presidenta foi música para os industriais, que foi aplaudida diversas vezes durante seu discurso e o tom de otimismo com a política industrial adotada em seu governo era generalizada.

Após a abertura seguiu-se uma mesa composta por empresários industriais, convidados e o Ministro da educação Aloizio Mercadante. Quando comentou sobre a pesquisa respondida pelos empresários referente aos entraves à competitividade da indústria, o tema educação apareceu como o mais importante para a elevação da competitividade do setor.

O Ministro da educação, reconhecendo que é necessária a melhora da qualidade do ensino, mas mostrando que o caminho estava traçado com mecanismos de avaliação como o ideb e o Enem – que democratizam o acesso ao ensino superior – o mediador William Wack perdeu uma grande oportunidade de calar-se evitando expor seu preconceito e elitismo compartilhado com boa parte dos industriais presentes. Textualmente ele se declarou elitista e disse preferir uma universidade elitista como a que cursou na Alemanha. O ministro não perdeu a oportunidade de mostrar-lhe que na Alemanha 60% da população tem acesso à universidade, ao contrario do Brasil, onde 11,3% tem acesso ao ensino superior.

Senti uma profunda vergonha daquele mediador e da plateia que me rodeava. Como pode a indústria discutir competitividade negando igualdade pelo mérito? Reserva de vagas para uma elite que compra uma boa educação nos anos iniciais e que se apropria da universidade pública de boa qualidade paga pelo contribuinte e o pior, tem trazido resultados medíocres ao longo dos tempos, com o Brasil patinando em matéria de consequente inovação tecnológica, competitividade e desenvolvimento econômico.

Seria interessante se o senhor William Wack e os industriais da plateia que acredito, todos com uma sólida formação em matemática, que observem que esta é uma questão de probabilidade e não de política ou de convicções pessoais. Quando um país oportuniza educação superior para mais da metade de sua população, como na Alemanha, Japão e Coreia, o resultado obtido em inovação e tecnologia será proporcional a este investimento.

Por esta razão, o desenvolvimento econômico e a criação de riqueza e bem-estar é alto nestes países, o que não é diferente nas empresas; quanto maior é o recurso investido, maior é a probabilidade de um retorno substantivo.

 

“Riqueza é dispor de tempo e liberdade”, Eliane Belfort

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Para chegarmos aos 75 anos lindas, saudáveis e felizes

A atriz, escritora e ativista política americana Jane Fonda esteve no Brasil alguns dias atrás para lançar seu livro “O Melhor Momento”, que trata sobre envelhecimento com qualidade de vida. Em uma de suas apresentações no país, a atriz conta que, aos 74 anos, se sente mais inteligente, sábia e acima de tudo, ciente do seu papel no mundo. Jane revela ainda que nunca imaginou chegar a essa idade, mas atribui sua boa vida e saúde de hoje ao dinheiro, que proporcionou bons médicos e distância de doenças graves.

Se você, como Jane Fonda, também quer chegar aos 74 anos bem-cuidada e com qualidade de vida, comece hoje a lutar por seus direitos. A igualdade dos salários entre homens e mulheres é um dos pontos que nós devemos lutar e que pode nos proporcionar um futuro mais tranquilo e saudável, pois em certos casos chega a uma diferença de até 73,3%.

A deputada baiana Alice Portugal, já começou sua busca por um futuro melhor e criou o projeto de Lei nº 6653, desde 2009 na Câmara, que luta por igualdade salarial entre homens e mulheres. A matéria propõe medidas para equilibrar as responsabilidades familiares e profissionais, além da ampliação da rede de assistência a crianças e idosos, tirando das costas da mulher a responsabilidade que dificulta seu desenvolvimento profissional e pessoal. O projeto cria ainda um selo de reconhecimento para as empresas que adotarem planos de igualdade salarial e de oportunidades de crescimento na carreira para mulheres e homens, entre outras propostas. Compartilhe essa ideia – http://migre.me/c9gU8

É importante cobrarmos dos deputados a aprovação dessa lei, mostrando que estamos acompanhando as tramitações do projeto.

Abaixo há um modelo de e-mail com um texto padrão para enviarmos ao presidente da Câmara, que você pode copiar e começar a pressão também, mostrando nosso interesse pela matéria.

Na democracia, os grupos de interesse têm que se movimentar através do chamado lobby, e o nosso é legítimo e transparente.

Mãos à obra! Envie agora o e-mail para o Marco Maia através do link http://migre.me/ce8EN

Vamos lotar a caixa de correio dele!

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Ilmo. Senhor Deputado Marco Maia
Vimos acompanhando a tramitação nesta casa legislativa do projeto de Lei nº 6653 desde 2009, que até este momento não entrou em pauta para votação. Pela importância não somente para as mulheres, maioria da população; mas principalmente para a família brasileira, já que a composição da renda familiar de 54,8% de mulheres trabalhadoras, com a aprovação do projeto, terá substancial acréscimo salarial, resultando em bem-estar e qualidade de vida ao conjunto da população; já que a diferença salarial entre os gêneros chega a 73,3%.

Temos ciência do grande número e da relevância das matérias que tramitam na Câmara, mas nada pode ser mais importante que a família brasileira e seu esteio moral e também econômico, notadamente com o crescente e significativo aumento do número de mulheres chefes de 24 milhões de famílias.
Assim, vimos solicitar que a matéria seja colocada em votação ainda este ano sob sua presidência.

 

“Riqueza é dispor de tempo e liberdade”, Eliane Belfort

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