Sobre mim

Sou paulistana, mas na adolescência me mudei com meus pais para Bragança Paulista/SP. Voltei à cidade para fazer faculdade. Cursei Jornalismo e estava terminando o curso quando, junto com duas amigas, montamos nossa própria assessoria de imprensa.

Pouco tempo depois, conheci meu marido. Sou casada, tenho três filhos – duas mulheres e um homem – e  minhas filhas já me presentearam com duas netinhas e um netinho.

Quando as crianças nasceram, por um tempo, deixei de trabalhar. Foi um período muito bom e não me arrependi de ter deixado o lado profissional pra ser “mãe em tempo integral”. Um pouco depois, decidi estudar também Psicologia.

Hoje, sou empresária, administro com meu esposo uma empresa no ramo de Tecnologia da Informação. Nossa empresa é provedora de Internet; com um custo popular, fornecemos acesso, via banda larga, no Brasil profundo. Atualmente, temos clientes, como prefeituras, redes varejistas, escolas, advogados e comércio em geral, em mais de 900 municípios no Interior do Brasil.

Sempre fui muito questionadora, mas posso dizer que minha indignação social foi mais profundamente despertada na época em que meus filhos começaram a estudar. Quando levava as crianças para escola, via meus filhos bem alimentados e bem vestidos no banco de trás do carro. E não muito longe de casa e de nossa empresa, logo me deparava com crianças maltrapilhas pedindo esmolas nos faróis. Pensava: que futuro terão essas crianças?

Nessa época, reuni empresários na região de Santo Amaro, Zona Sul da cidade de São Paulo. E, em 1984, fundamos a ASAM – Associação Santo Amarense de Apoio ao Menor, para realizar projetos de capacitação e colocação profissional para o primeiro emprego. A ASAM existe até hoje e sou membro vitalício do seu Conselho Administrativo.

Também sou conselheira da Associação dos Moradores do Bairro de Paraisópolis (São Paulo/SP) e membro do Conselho da Favela Monte Azul (São Paulo/SP).

Foi representando empresários da Zona Sul de São Paulo, para reivindicar questões para nossas empresas, que acabei chegando à FIESP – Federação das Indústrias do Estado de São Paulo.

Na FIESP atuo há quase 25 anos. Há 17 anos estou na área de Responsabilidade Social Empresarial. Fui Coordenadora do Grupo de Ação Social, de 1992 a 1998, e membro Núcleo de Ação Social – NAS, de 1998 a 2004. Muitas pessoas que, atualmente, são reconhecidas por falarem sobre Responsabilidade Social Empresarial começaram conosco nessa época – nosso grupo, o NAS era muito pequeno, costumo brincar que cabíamos todos numa perua Kombi!

Lá, fui Diretora Titular do Comitê de Responsabilidade Social (CORES) da FIESP, Vice-Presidente do Conselho Superior de Responsabilidade Social (CONSOCIAL), do Instituto Roberto Simonsen (IRS), e membro do Conselho Permanente de Responsabilidade Social da Confederação Nacional das Indústrias (CNI).

Também representei a FIESP no Conselho Curador da Fundação Oncocentro de São Paulo (FOSP), no Conselho Gestor do Selo da Diversidade Paulista (Estado de São Paulo), no Conselho Administrativo da Fundação Abrinq/Save the Children, na Coordenadoria de Assuntos da População Negra (CONE) do Município de São Paulo, e no Conselho Estadual de Assistência Social (CONSEAS/São Paulo).

À frente do CORES, instituído pelo Presidente Paulo Skaf, em 2004, formulei a política de Responsabilidade Social da Fiesp, o Programa “Sou Legal”, e a Mostra FIESP/CIESP de Responsabilidade Socioambiental, que em agosto de 2011 chega a sua 5ª edição.

Atualmente sou líder e fundadora do movimento Mulheres Progressistas